Teorias
Nosso amigo Luzinha (definitivamente uma incógnita para a ciência moderna) tem sido alvo de várias teorias que tentam explicar o por quê de seus comportamentos bizzarolinos... Mas como nosso dever é com a verdade, vamos ulitizar alguns filófosos, teorias centíficas e ditos populares para dissertarmos sobre as decisões tomadas por Luzinha em sua caminhada.
Como afirma Freud, em sua teoria do Complexo de Édipo, quando um rapaz que atinge o período sexual fálico (época em que já é possível "molhar o biscoito", "arrepiar a cabelera do palhaço", "afogar o ganço", "esfolar o careca", etc...) e finalmente dá-se então conta da diferença de sexos, tende a fixar a sua atenção libidinosa nas pessoas do sexo oposto, porém nosso caro amigo Luzinha, que já passou em muito dessa fase cronológica e biológicamente, ainda insiste em se manter psicologicamente congelado à fase da pré-adolescência. Essa afirmação se deve ao fato de que Luzinha direcionou toda sua energia para entreterimentos mais inocentes, atrofiando seu desejo sexual por mulheres.
Em sua escolha, de não conviver com outros garotos normais que já tinham idéias já estabelecidas de ficar com as mocinhas, decidiu ficar em casa, ficando estagnado nas regras de seus pais. Desse modo, ele fugiu da idéia de Sartre que "só através dos olhos de outras pessoas é que alguém consegue se ver como parte do mundo. Sem a convivência, uma pessoa não pode se perceber por inteiro. "O ser Para-si só é Para-si através do outro"".
Enquanto pôde, Luzinha criou um mundo só seu, onde coisas como mulheres e sexo, não eram prioridade. Mas conforme os anos iam passando, os muros que o protegiam em seu refúgio foram caindo, pois é impossível negar por muito tempo a atração exercida pelo mundo feminino. Segundo Hobbes, é possível afirmar que o ser humano é um animal social e para viver em sociedade o indivíduo precisa se submeter aos costumes impostas pela mesma, tal como a interação entre homens e mulheres. E como católico, Luzinha jamais escolheria uma relação homossexual, pois seria um pecado.
Para manter uma posição respeitável em seu círculo de amizades, Luzinha se sentiu obrigado a ficar com uma mocinha, ato que precisou ser supervisionado por seu amigo para que o mesmo não cagasse tudo. Mesmo assim, pareceu a esse que vôs escreve, que o ato não foi muito prazeiroso, pois Luzinha apenas conversava e sempre olhava as horas, fazendo com que seu amigo intervesse e falasse a Luzinha: " - Luzinha, poxa, eu te trouxe aqui pra você ficar logo com a mocinha, e não para conversar.", e obtendo a seguinte resposta: " - Ué, mas você não me falou nada disso". E assim, surgiu a primeira Luzitada da história de sua vida.
Luzinhar:
verbo intransitivo, que significa o acobardamento total e irreversível diante à chance iminente de obter sucesso para se relacionar com sexo oposto; popular: cagalhão.Luzitar:
ato que precede a ação de luzinhar; ato de acobardamento parcial, porém reversível.
Várias tentativas ocorreram depois, algumas bem sucedidas, outras terminando em luzinhadas e outras são mentiras, fruto da imaginação de Luzinha, com o propósito de mentir para se enturmar. Essas histórias serão contadas aqui futuramente.
Finalizando este post com a teoria da Navalha de Occam, que nos diz que "se há várias explicações igualmente válidas para um fato, então devemos escolher a mais simples", escolhemos a explicação que nosso amigo Luzinha gosta mesmo é de ficar jogando seu RPG, curtindo seu computador, seu video game, tv a cabo, e mulher que é bom, NADA... Hehehehe...